Não adianta pedir desculpas, se não for mudar suas atitudes.
Algo dentro deste coração morreu.
Legal é que o dia dos namorados já passou e ao invés de eu escrever isso ontem, to escrevendo hoje, até por que não tem problema algum em ser um pouco romântica não é? É claro que tem, mas o que eu vou fazer? Você tem esse efeito sobre mim, me faz perder o controle, minha mente, tudo… Enfim, o que é o romance hoje em dia? Um ursinho que diz eu te amo? Uma aliança cara? O que tudo isso significa? Onde esta o verdadeiro amor? As cartas gigantescas cheias de declarações de amor? Se perderam no passado? Eu gostaria de um amor assim, cheio de romance clichê, cartas e flores. Um amor onde declarações são constantes e carinhos são comuns. “Eu te amo” só é dito quando necessário, quando você realmente ama e não por obrigação ou um status no facebook. Um romance clichê seria lindo de se viver, como nos livros do Nicholas Sparks, cheio de clichês, distância, conflito, mas mesmo assim, os apaixonados ficam juntos no final. Você nunca faria nada disso por mim, eu sei que não, não faz o seu estilo, você nunca diz o que sente e eu fico como? Fico esperando um sinal que me faça perceber o que você realmente sente por mim. Talvez isso seja apenas mais um devaneio meu, mas eu acharia lindo te ver tocando sua musica favorita no violão, mesmo que eu odiasse a musica, acharia lindo te ver ficar vermelho por se constranger com alguma coisa, ou sei lá, qualquer coisa que você gosta de fazer, porque assim seria um jeito legal de te conhecer melhor e viver um clichê com você, apesar de tudo isso não ser tão clichê assim, mas seria legal poder passar um dia assim com você, fazendo o que você gosta, me deixando ainda mais apaixonada por você
— I’m losing myself, losing my mind - Naanda
A dor é passageira, mas sempre lembre de uma coisa: Pode ser a primeira vez que isso acontece, mas te garanto que não é a última.
O Tumblr mostra um lado meu que poucas pessoas conhecem.
Eu chorei, já te contei? Chorei de ciúmes, de saudade, de vontade de estar contigo.
Murmúrios. Teus lamentos são como a chuva que escorre fria pela medula da janela. Desejei tanto teu sofrimento, mas te ver agonizar é um martírio desnecessário. Perdição é o que percebo quando noto que te abandonei em tua loucura. Mas o que esperar de alguém que nos deixa para se aventurar em um mundo esquizofrênico com uma pessoa louca e narcisista? Só pude esperar que meus pés me levassem para a frente e me fizessem seguir adiante. Escrevi diversas cartas para ti com palavras bonitas, mas nenhuma delas me correspondeu. Eram apenas eufemismos tentando de forma errônea descrever o que eu sinto. Rasguei aquela carta e escrevi uma outra, cheia de palavrões e expressões chulas, essa sim me descreveu. Eu sou isso, um palavrão pesado e absurdo. Um ser descabido e desmedido na proporção do desencontro, dos atos perdidos e distorcidos. Definitivamente não sou palavras bonitas que te acariciam nem um adjetivo que te enfeita. Sou um verbo que te devora, que soletra a tua alma de trás pra frente exibindo o teu descaso insolente. Estou escrevendo essa última carta para chegar ao desenlace dos nossos casos e acasos. É cansativo viver cambaleando em tuas margens quebradiças. Vou te sufocar no meu peito , rasgo o véu encobrindo a noite imaculada. Meu infinito nunca verás. Pegue sua coleção de injúrias e faça logo um jantar. Chame o teu diabo, teus anjos negros, todos os teus pesadelos, servirei de sobremesa meu coração. Vá e não olhe pra trás, o abismo está comento teus passos, não há como voltar. Sugo a alma pelas tuas costas atrevidas e caminhantes, silhueta de um amor intolerante e dissolvido. Então pare e verás um arcádico de mentiras e saudades, tateados pelos dedos de meus olhos sem fundo. Melhor não, deixe-me colocar aqui um ponto final. Tu não vales o próximo verso, que de tão obsoleto desapareceu, foi consumido pelo nanquim da pena que tenta voar. Te fecho, te absorvo, te elimino, de agora em diante tu não és mais nada, uma página arrancada, desmarcada da história da minha vida.
[…] E eu sou apaixonado por esses seus sorrisos espontâneos.
Se você me olhar por dentro, vai perceber que eu não sou de ferro, não mesmo. Eu ando meio sozinho e quebrado. Na rua estou abraçando manequins e beijando moradores de rua, me perdoe, mas eu não tenho mais razão, não tenho mais emoção. Se você pudesse me olhar por dentro me entenderia, ou ao menos se eu pudesse virar do avesso, você poderia me ver. Sou um ser de carne e osso e todo coração. Eu ando feio por inteiro, eu ando louco. Ando só. Desculpe, mas já não sou o mesmo de antes. Nunca mais serei o mesmo de antes. Eu não sei se devo rir ou chorar, preciso de uma mão, de um ombro, ou mesmo de um corpo inteiro para eu me escorar. Alguém? Ninguém. É por isso que eu ando quebrado. Sou feio por inteiro. E sozinho.